Caro leitor

Este blog é a fiel expressão da minha visão de mundo.

Acredito na ideia do todo, onde todos somos um e que minhas atitudes, minha forma de pensar geram energias que refletem na existência do outro. Daí a importância de estarmos sempre na frequência do bem, dos bons pensamentos, vibrando sempre na frequência de Luz. Estamos em aprendizado e as falhas, as tentações, deslizes ao retrocesso estão conjugados ao nosso Ser. Devemos estar atentos aos nossos pensamentos, atitudes e tipo de energia que emitimos e expandimos para o Universo. Espero que os textos que escrevo e os de outros autores que aqui publico,possam acrescentar algo de construtivo para os que lerem.

(Hilda Stein)

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O BONDE DA MORTE

Desta vida a única coisa que temos certeza é que um dia embarcaremos no bonde da morte, para onde vamos após o embarque é um mistério cercado por várias especulações.
E quando esse dia chegar será que teremos dado para esta vida o nosso melhor?
Muitos ao final da vida se arrependem de não terem realizado mais ou de não terem realizado nada que os fizessem realmente felizes.

“Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer (...)
Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor.” ( Epitáfio- Titãs)


Deve ser desesperador concluir ao final da vida de que nada se viveu, de que a vida foi vegetativa por opção. E que desperdiçamos a oportunidade de viver e optamos por morrer antes da chegada do bonde.
Mas enquanto o bonde não chega, existe a possibilidade despertarmos e vivermos sem vegetarmos.
Você já parou para pensar se você vive ou vegeta, se o que você faz traz a verdadeira satisfação ou não passa de ilusão?
Infelizmente a maioria das pessoas só pensa efetivamente na vida quando o bonde chega e aí é tarde demais, não tem volta.
Qual a assinatura que você pretende deixar nesta vida?
O arrependimento ou a sensação de dever cumprido?
Faça-se esta pergunta e simplesmente VIVA!





quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A RESIGNAÇÃO DA PITANGUEIRA




Em certas circunstâncias da vida em que já fizemos a nossa parte e que dependemos de aguardar respostas que fogem do nosso controle, uma inevitável inquietação nos domina.

E nestas horas para alguns bate aquela compulsividade de roer as unhas, devorar um pacote inteiro de bolachas ou mergulhar num mar de ansiedade.

A expectativa de esperar sair o resultado de uma classificação em uma prova, de um resultado de um exame suspeito, uma resposta de entrevista de trabalho, um telefonema de alguém especial , a chegada de um bebê, o dia do casamento, o dia da festa de 15 anos para as debutantes e tantas outras situações que somos dominados pela angustia da espera que corroí cada minuto com total crueldade.

E dominada por esta ânsia resolvi me abrigar em uma pitangueira que tenho no meu quintal, carregada de pitangas, saboreando as frutas, pude observar a natureza daquela árvore, que ali estava para me servir com seus saborosos frutos.


Sem ansiedade e sem stress, a pitangueira faz a parte dela e aguarda que alguém colha seus frutos que por sua vez estão ali para serem colhidos. E se ninguém colher, eles apodrecem, caem e voltam para terra, cumprindo o ciclo natural da vida.

E no momento seguinte, a árvore sem revolta floresce e novamente produz seus frutos, cumprindo majestosamente a parte que lhe cabe na natureza.
E assim é a nossa vida, tudo acontece a seu tempo, da forma que tem que acontecer, com ou sem stress, nada irá alterar o curso dos acontecimentos.

Este é o nosso livre arbítrio, atravessar com tranquilidade ou com turbulências emocionais.

Nós humanos temos esse direito de escolha.




terça-feira, 17 de novembro de 2015

O PESO DA PREOCUPAÇÃO


Ontem em uma reunião de trabalho no transcorrer da pauta, pus-me a observar o comportamento contrastante de dois colegas de trabalho de diferente faixa etária. Um jovem, acredito que com menos de 35 anos e outro com mais idade, próximo aos sessenta.

O da faixa de 35 anos, compenetradíssimo, metódico, sério, completamente travado.

O de 60 anos, de uma leveza, descontraído, completamente livre de amarras.

Ambos cumprindo suas funções com maestria, mas com comportamento completamente diferente.

Essa é a confirmação de que a idade é um estado de espírito, a jovialidade está dentro da pessoa e não importa os anos somados.

O corpo físico obedece à lei do tempo e envelhece, mas a cabeça só envelhece se você assim permitir.

Fiquei imaginando este jovem homem atingindo a idade avançada, quantas preocupações acumuladas ele carregará ao longo de sua vida.

E o de sessenta, já deve ter passado por muitas provas na vida, mas sem permitir que lhe fosse tirado a alegria de viver.

Esta tensão que os “jovens velhos” carregam é a causa de tantas doenças precoces. E também de um envelhecimento rígido.

A resolução de problemas, não está na preocupação e sim na ação.

Vejo pessoas fazendo tempestades com copos d’águas e não conseguem enxergar soluções simples que muitas vezes estão ali, aguardando uma ação.

Alegria e leveza não têm a ver com irresponsabilidade e sim com a certeza de que tudo será resolvido no seu tempo, sem estresse.

A vida flui obedecendo a leis que desconhecemos, mas podemos observar que se tornarmos as circunstâncias mais leves, ficaremos menos cansados ao
final da jornada e seremos eternas crianças felizes.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Em sintonia com o Pai




Pai...
Aqueça o meu ser com o fogo do desejo de alcançar a compreensão para o que se encontra encoberto por minha ignorância.
Ilumine com tua Luz o meu coração para que eu compreenda a dor daqueles que assim como eu se encontram acorrentados.
Livrai-me da turbulência de incertezas, a qual me aprisiona neste mundo de fantasia.
Guia-me pelas veredas do amor verdadeiro, aquele que liberta e não aprisiona.
Liberte-me dos preconceitos, dogmas e amarras que me impedem de enxergar além.
Conceda-me a leveza dos pássaros para que eu voe bem alto cantando a mais pura canção.
Purifique meus sentimentos impuros, libertando-me do lamaçal.
Vista-me com a tua capa de humildade para que eu consiga enxergar toda a minha escuridão, permitindo-me converte-la em luz.
Permita que eu sinta a tua força que em mim habita, para que eu a expanda ao longo da minha jornada como instrumento da tua vontade.
Faça das minhas mãos ferramentas para realizar a tua obra.
Conceda-me o olhar da águia, para que eu enxergue a tua Luz.
Faça brotar da minha boca rosas sem os espinhos, para que eu não fira ninguém com minhas palavras.
Permita que eu esteja sempre atenta aos meus atos e atitudes, corrigindo minhas falhas.
E que a gratidão seja uma constante em meu coração, jamais esquecendo aqueles que me deram a mão nessa jornada.
E quando chegar a hora da partida aqueça minha alma com sua sabedoria para que ela se liberte deste mundo de ilusões e alce o mais alto dos voos em sua direção...


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

O PODER DA MÚSICA


Imagem Net


É incrível o poder que a música tem de me transportar para outra dimensão,onde consigo tocar às estrelas e visitar lugares que deixei para trás ao longo do tempo, revivendo as mesmas emoções.
Através da música elevo meus pensamentos e sentimentos e acesso memórias adormecidas que me proporcionam a sensação de lavar a minha alma em águas cristalinas energizando todo o meu ser.
Refiro-me à musicas que transmitem harmonia em suas notas e que me deixam em sintonia com o Divino, estas me fazem levitar em pensamentos e buscar a paz que preciso para enxergar com os olhos do coração a beleza da vida.
Quando ouço Danúbio Azul de Strauss, fecho os olhos e tenho a sensação da liberdade de uma borboleta reinando em um jardim florido. O mesmo acontece com As Quatro Estações de Vivaldi que tem a magia de me encher de boas energias. Ave Maria de Schubert me faz mergulhar no mais profundo dos meus sentimentos proporcionando a sensação de plenitude. Bolero de Ravel traz o voo de uma águia que consegue enxergar das alturas os mistérios da vida. Não posso deixar de mencionar Greensleeves que me arremessa ao “romantismo” medieval alimentando meu coração de uma memória que deve ter vivido esta época.
Esse é o mágico poder que a música tem sobre a nossa mente, comportamento e sentimentos.
Acredito na musicoterapia, que é conjunto de técnicas baseadas na música e empregadas no tratamento de problemas somáticos, psíquicos ou psicossomáticos.
A música tem uma grande influência no comportamento das pessoas, por isso a importância de se ouvir uma boa música.
Confúcio, filósofo chinês que viveu no século IV a.C, já dizia que a música define o comportamento de uma nação.
Platão, filósofo grego, também abordou a importância da música em vários textos, no seu conceito a música e a arte têm grande influência no caráter, e seu objetivo é imprimir ritmo, harmonia e temperança à alma.
Assim como tudo que existe, a música também possui dualidade, uma boa música eleva a alma e a música de conteúdo baixo traz degradação para o comportamento humano, mas esta é opção de quem ouve.
E não posso deixar de mencionar o quanto admiro os poetas que possuem a sensibilidade de perceber e escolher músicas que relatam com perfeição os momentos por eles vivenciados, sem falar nos que oferecem a música exata para conquistar o coração da amada.
A música é sem dúvida um presente do alto que brota no coração daqueles que possuem a sensibilidade de canalizar sentimentos Divinos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Ação e Reação



“Para toda ação existe sempre uma reação oposta e de igual intensidade”
( Isaac Newton)

A terceira lei de Newton conhecida como Princípio da Ação e Reação, relata que para toda ação existe uma reação oposta e de igual intensidade.

Na nossa vida esta lei é rigorosamente obedecida, temos resposta para tudo o que emitimos. Em ditado popular: “colhemos o que semeamos”.

Isso quer dizer que temos responsabilidade pelos acontecimentos em nossa vida, ou seja, vivemos as consequências de nossos atos e atitudes.

Muitos discordam dessa afirmação e preferem encontrar um responsável externo para as dificuldades encontradas.

Alguns culpam a Deus, afirmando estar sendo castigado pelo mesmo.

Outros culpam os políticos, a sociedade, a família, os vizinhos, colegas de trabalho, enfim, a responsabilidade virá sempre de fora.

Por mais dura que seja a realidade, temos que aceitar que a responsabilidade é sempre nossa.

Se aceitarmos que nossos pensamentos nada mais são do que energia em movimento e que atraímos o que pensamos, pensando negativamente, o que atrairemos para a nossa vida?

Se estivermos sempre de mau humor, insatisfeitos com tudo que ocorre à nossa volta, o que podemos esperar como resposta para nossa vida?

Se desejarmos algo, mas não movermos uma palha para conquistar o que queremos, será que conseguiremos alcançar o que desejamos?

Esta realidade é difícil de ser aceita porque não fomos criados e nem ensinados para pensarmos desta forma.

Normalmente somos tidos como coitadinhos, vítimas de situações que nós mesmos geramos.


(Este texto faz parte do livro que estou escrevendo, que em breve será publicado.)