Caro leitor

Este blog é a fiel expressão da minha visão de mundo.

Acredito na ideia do todo, onde todos somos um e que minhas atitudes, minha forma de pensar geram energias que refletem na existência do outro. Daí a importância de estarmos sempre na frequência do bem, dos bons pensamentos, vibrando sempre na frequência de Luz. Estamos em aprendizado e as falhas, as tentações, deslizes ao retrocesso estão conjugados ao nosso Ser. Devemos estar atentos aos nossos pensamentos, atitudes e tipo de energia que emitimos e expandimos para o Universo. Espero que os textos que escrevo e os de outros autores que aqui publico,possam acrescentar algo de construtivo para os que lerem.

(Hilda Stein)

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sábado, 26 de abril de 2014

CONVIVENDO COM AS DIFERENÇAS



Aprender a conviver com as diferenças.
Como é difícil aceitar os defeitos daqueles que temos que conviver, mas é tão simples conviver com os nossos próprios defeitos, por que será?
A resposta é simples, o nosso olhar interno está sempre coberto por uma cortina de arrogância, egoísmo o que nos torna absolutamente cegos, porém o outro enxergamos com os olhos externos e estes possuem uma enorme capacidade de julgamento e crítica.
Quão poderoso é o nosso olhar interno, a medida que passamos a exercitá-lo, os defeitos alheios certamente tornam-se mais leves.
Com esta atitude, entenderemos que os defeitos do outro que nos atinge tanto, nada mais é que puro aprendizado e que esta pessoa difícil é o instrumento para o nosso crescimento.
Conviver com pessoas que agem e pensam da mesma forma que pensamos e agimos é muito gostoso, mas para seara do crescimento nada representa.
Quando assumimos as rédeas da nossa consciência e começamos entender que cada um de nós tem a liberdade de ser e agir como bem entendemos porque somos livres e responsáveis por nossas atitudes, a vida fica mais leve e mais simples.
O tempo que perdemos julgando e criticando outras pessoas, podemos aplicar no exercício da nossa identidade. Será que sabemos profundamente quem somos?
Posso afirmar que não, a maioria das pessoas pensa que são o que nem chegam perto de ser. A falta de análise dos próprios atos é que gera esse tipo de ilusão. Quando achamos que somos vítimas, se paramos para analisar todo contexto nossas atitudes e gestos com a mesma intensidade com que julgamos o outro, enxergaremos que de vítimas passaremos a vilões.
Difícil e árdua é a proposta da autoanálise, é um processo tão dolorido que poucos se habilitam à prática, mas quando acontece a vida se torna mágica.