Caro leitor
Este blog é a fiel expressão da minha visão de mundo.
Acredito na ideia do todo, onde todos somos um e que minhas atitudes, minha forma de pensar geram energias que refletem na existência do outro. Daí a importância de estarmos sempre na frequência do bem, dos bons pensamentos, vibrando sempre na frequência de Luz. Estamos em aprendizado e as falhas, as tentações, deslizes ao retrocesso estão conjugados ao nosso Ser. Devemos estar atentos aos nossos pensamentos, atitudes e tipo de energia que emitimos e expandimos para o Universo. Espero que os textos que escrevo e os de outros autores que aqui publico,possam acrescentar algo de construtivo para os que lerem.
(Hilda Stein)
POSTAGENS
domingo, 21 de agosto de 2016
Houve um tempo, em que todas as mulheres eram sagradas.
Em que eram vistas como Deusas, como senhoras de seu próprio destino.
Houve um tempo, em que o corpo era sagrado, em que o sexo era uma prece. Em que homens e mulheres respeitavam-se e reverenciavam-se.
Houve um tempo em que a mulher era feiticeira, faceira, tecelã, curandeira, parteira.
A mulher banhava-se na natureza, perfumava-se com jasmim. Andava de pés descalços, corria pela mata. Usava compridas saias, rodadas, coloridas, leves. Dançava para ela, dançava para a vida, dançava para seduzir, dançava para fertilizar.
Sua voz era como o canto da mais bela ave. Sua beleza era fascinante, encantadora. Era aos poetas a inspiração e aos músicos, canção. A mulher era rendeira, cozinheira, mãe, sagrada, admirada. De joias e pedrarias era adornada e, da natureza, sua maquiagem retirava.
Onde está esta mulher?
Em que fase da história ou período ela perdeu-se?
Onde devemos procurá-la?
Na verdade, esta mulher-sagrada ainda existe. Está imersa em outras formas, em outras faces, em outros costumes. Mas se priva, se poda, se adapta, se escraviza… E não lembra do que já foi em sua totalidade.
Hoje esta mulher é empresária, médica, advogada, policial, recepcionista, dona-de-casa, política, enfermeira, escritora, estilista. Ela ainda está aqui, mas não lembra quem realmente é. Perdeu a memória. Esqueceu-se de sua sacralidade, de sua divindade, de sua superioridade.
Mulher!
Coloca tua saia rodada, penteia-se com o orvalho, tira o sapato dos pés.
Permita-se bailar com o vento, satisfazer seus desejos, impor sua vontade.
Permita-se amar, realizar, cantar.
Permita-se sentir bela, amada, desejada, sentir prazer.
Permita-se fazer aquilo pelo qual tua alma anseia.
Permita-se honrar a Deusa, ao Deus, à natureza.
Permita-se viver a tua vida, e ser a senhora absoluta do teu destino.
Mulher, dentro de ti há tantas outras, que tu ignora totalmente.
Será você fértil doce e maternal como Deméter?
Ou vingativa como as três Fúrias?
Quem sabe arrebatadora e feroz, como as Harpias.
Talvez seja feiticeira, sábia e misteriosa como Hécate.
Ou soberana e dotada de magia como Ísis, mãe dos egípcios.
Um tanto implacável, forte e destemida como Kali.
Encantadora e misteriosa como as Nereidas.
Quem sabe é curiosas como Pandora. Confiável e mensageira, como Íris.
Ou justa como Têmis. Talvez seja sensual, impulsiva e totalmente movida pela paixão, como Afrodite.
Ou seja, selvagem como Ártemis.
Pode ser que seja repleta de cores e amores como Eros. Ou então maléfica como Éris.
Mas… Possivelmente, sejas todas elas juntas!
Mulher, vem!
Resgata o teu papel, o teu feminino sagrado, tua ancestralidade.
Não tenha medo de seguir a luz, de se entregar ao Sol.
Muito menos de mergulhar nas trevas do submundo, das fogueiras, dos encantamentos.
Prove de todos os reinos e sabores, permita-se viver intensamente cada instante.
Siga seus instintos e extintos.
Seja simplesmente você.
( Autor desconhecido)
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Generosidade X Vaidade
Generosidade é ajudar o próximo sem holofotes e com a indescritível sensação de bem estar e dever cumprido, porém estender a mão ao próximo esperando retorno e reconhecimento dos demais, deixa de ser generosidade e passa a ser vaidade.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
RAPUNZEL
Refletindo sobre o conto de fadas de Walt Disney, Rapunzel, fiquei imaginando a quantidade de mulheres, digo mulheres porque o conto se refere a uma princesa, mas muitas pessoas independente de gênero vivem presas em torres à espera de sua libertação.
Torres impostas pela sociedade; convenções, preconceitos, complexos, medos, crenças, dogmas, traumas guardados as setes chaves, tristezas, frustrações, desejos reprimidos, mágoas, vícios, arrogância, enfim, inúmeros são os motivos que as acorrentam e as fazem prisioneiras como Rapunzel. Tornando-as consequentemente dependentes de sedativos e paliativos acorrentando-as em estado de inércia e depressão.
Seja qual for a causa, as correntes do vitimismo provocam a incapacidade de reação para mudar esta amarga realidade.
Para que aconteça a libertação é necessário que haja, assim como na história, um príncipe vestido de consciência que suba por sua trança a qual reflete a força que habita o interior da prisioneira e a faça lutar bravamente contra a bruxa alimentada pelos sentimentos de inferioridade, incapacidade e insegurança, que limitam o seu potencial de tomar as rédeas de sua própria vida.
Rapunzel não é apenas um conto de fadas e sim a realidade de pessoas que são prisioneiras nas torres formadas por suas próprias sombras.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
SONHO MEU,SONHO NOSSO
Eu ainda sonho com um país que arrecada seus impostos e investe na saúde.
Acredito que podemos ter hospitais funcionando, com profissionais e equipamentos necessários para um atendimento de excelência.
Eu ainda sonho com um país que arrecada seus impostos e investe na educação de todos de verdade e não de uma forma hipócrita e eleitoreira.
Eu ainda sonho com um país que arrecada seus impostos e investe em meios de transportes para população de forma digna.
Eu ainda sonho com um país que não precise investir pesado na segurança, porque acredito que um país civilizado e consciente não expõe a população a grandes riscos.
Não sou contra o sistema capitalista, sou contra os hipócritas que maldizem a “burguesia” e o capitalismo e que defendem o sistema “ socialista”, mas não são capazes de viver com o básico, de abrir mão de seus carros, de suas mansões, de suas roupas de grife, de mordomias pagas pelos recursos que deveriam ser aplicados no essencial para a vida digna do cidadão que trabalha e paga todos os impostos.
Quando desperto dos meus sonhos, vejo pessoas gananciosas, que fazem qualquer coisa por bens materiais, que não estão nem um pouco preocupadas com o bem do todo e sim com o próprio umbigo, que querem o poder a qualquer preço, que desconhecem a palavra caráter, dignidade, solidariedade e justiça. Pessoas que vivem no lamaçal do egoísmo, de um idealismo sem fundamento, guiadas unicamente pelo materialismo.
Mas mesmo presenciando este deprimente cenário e ouvindo opiniões pessimistas de que não há solução para mudanças favoráveis, acredito na Força Maior que nos rege, acredito no despertar humano, acredito que não há mal que perdure e que depois da escuridão, a luz sempre volta a brilhar.
Mergulho no meu sonho quando faço a minha parte, acreditando que posso mudar as minhas atitudes, tentando melhorar a cada dia, estendendo a mão a quem precisa, mantendo acesa a minha fé de que dias melhores virão.4
E se me perguntarem se eu acredito em papai Noel, direi que sim, que acredito na bondade que o representa e que habita todo o ser humano, que por pior que seja, possui lá no fundo escondido a luz e a nobreza do bom velhinho.
domingo, 26 de junho de 2016
O MELHOR DA VIDA
O melhor da vida é
Ser sensato
generoso
prestativo
amigo
Ser atencioso
tolerante
simpático
alegre
criativo
otimista
cordial
solidário
Honesto
Verdadeiro
Leal
O melhor da vida é ser verdadeiramente humano,
O que levamos dessa vida é o que somos e não o que temos.
A Felicidade que tanto buscamos encontra-se dentro das atitudes positivas que embalam o coração e alimentam a alma.
Levamos para a eternidade o que somos, o que temos o tempo deteriora.
sexta-feira, 27 de maio de 2016
ESTUPRO DOS SENTIDOS
Deplorável o momento de decadência em que estamos vivendo.
Aterrorizante a notícia de que uma jovem tem seu corpo e sua memória marcada por um pesadelo promovido por homens sem escrúpulos tomados por bichos da mais baixa espécie.
E se não bastasse tamanha barbaridade, completa o ciclo da indignação os comentários irônicos e críticas em torno da tragédia.
Este dolorido episódio que retrata a agressão sofrida constantemente por mulheres de todas as idades, até mesmo crianças e que nem sempre é divulgado, demanda reflexão e não teorização dos fatos. A teoria se limita a compreensão intelectual e a reflexão convida à transformação.
Atrelado ao conceito de consequências, o que pode se esperar de uma sociedade que pouco estimula o altruísmo e valoriza intensamente as coisas materiais e o corpo físico, deixando de lado valores preciosos como a boa conduta?
Qual o tipo de música que está sendo incentivada pela mídia nos últimos anos e consequentemente sendo aceita pela sociedade que permite que seja tocada e cantada dentro dos lares?
Podemos ilustrar a resposta com o Bonde do Tigrão, chamando as mulheres de cachorras.
Qual o vocabulário usado e aprovado pela sociedade dentro de suas casas?
Palavras de baixo escalão, o vulgo palavrão, xingamentos, total falta de respeito nos relacionamentos.
O que podemos esperar da conduta das pessoas que habitam um país que incentiva a montagem de um espetáculo denominado “ Macaquinhos” que tem como objetivo ampliar os conhecimentos do público sobre os novos conceitos da arte, onde os artistas se apresentam de forma deplorável, dispensando aqui maiores detalhes?
Não obstante, na câmara dos deputados palco de discussão sobre o destino do Ministério da Cultura é promovido o tal “ Beijaço” sob aplausos de incentivo ao protesto.
O estupro assunto em evidência nas redes sociais, serve de alerta para que toda a sociedade acorde e diga não a degradação dos valores, iniciando a mudança de atitude dentro de suas próprias casas.
É muito fácil, teorizar, acusar classes A e B, mas a responsabilidade é de todos, nós estamos contribuindo por meio da nossa conduta omissa para o estupro diário dos nossos sentidos, a medida que consentimos que músicas de baixo escalão toque no nosso ambiente, que a falta de respeito e inversão de valores entre nas nossas casas, podemos nos considerar parte responsável por tudo de ruim que acontece à nossa volta.
Enquanto estivermos olhando somente para o nosso umbigo, desprezando a ideia do Todo, valorizando demasiadamente as coisas materiais e encarando palavrões, músicas degradantes, inversão de valores e pequenas atitudes incorretas como normal, não sairemos do caos moral em que estamos vivendo.
A transformação está vinculada a atitude e não somente à teoria.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
SOMOS TODOS IGUAIS E FILHOS DA MESMA NAÇÃO
Estamos vivendo um momento histórico crítico na nossa política. E essa agitação que consome todos os brasileiros faz parte de todo esse processo de crescimento que estamos atravessando.
O preocupante é que lendo alguns livros de ficção, consigo enxergar o “imaginário” na atual realidade.
Quando se fala em implantação proposital de um vírus para que se prolifere entre as pessoas, a fim de que se atinja um ideal como narra Down Brown no livro “Inferno”, achamos a ideia absurda. Porém se analisarmos o momento que estamos vivendo, chegaremos a conclusão de que é possível e não se trata de ficção.
E o mais grave é que este vírus pode também ser mental, ou seja, a repetição de uma ideia como verdadeira multiplicada entre as pessoas, gerando uma crença absoluta.
Analisemos o contexto; será que alguém em sã consciência é capaz de realmente achar que a situação do país estava boa, com o desemprego atingindo a casa dos 11 milhões, com uma inflação não vista há muito tempo, com gente morrendo nas filas dos hospitais, a violência crescendo a cada dia, o ensino precário, os valores invertidos onde o aluno desacata o professor dentro de sala de aula, onde réus se tornam vítimas, será que isso é o nosso ideal de vida, é bom pra todo mundo?
A situação pede reflexão.
Acontece que propositalmente há muito tempo está sendo semeado na cabeça das pessoas o complexo de inferioridade, a vitimização.
E isto fica muito claro quando se lê nas redes sociais postagens que alertam que o governo que assumiu é de brancos e de homens, excluindo os negros e as mulheres. Isso é o cúmulo da mediocridade, não há nada mais piegas que esta afirmação, eis aí o vírus implantado da separatividade que é gravíssimo!!!!!
Esta está sendo a política implantada há 13 anos, o que é isso minha gente?
Isto não é política e sim tirania!
Nós somos parte de um todo, estamos todos no mesmo barco, somos filhos de uma mesma nação, não podemos alimentar a ideia da separatividade e sim da união!
Não nos cabe defender políticos e sim cobrar deles trabalho e resultado pelos impostos que pagamos!
Não cabe ter raiva do seu patrão por ele ter uma condição financeira melhor, porque é ele que paga o seu salário.
Não cabe torcer para que uma Rede Globo feche as portas, sendo esta empresa, assim como tantas outras, mantenedora de salários de milhares de família.
Será que se você, que torce pelo fim da emissora, dependesse do salário que ela paga para colocar comida na sua mesa, você torceria para ela fechar?
Este é um vírus cruel, o pensamento fracionado, o sentimento de inferioridade perante aqueles que conquistaram o sucesso.
Alimentar esta ideia mesquinha é somar para que esse ódio se prolifere e beneficie os mentores desta estratégia.
Fala-se em GOLPE, em afastamento desonesto da presidente por ela ser mulher, francamente!
Todos sabem da responsabilidade que é gerir uma empresa, um negócio, não seria diferente com um país. Se um gestor não tem capacidade para administrar uma empresa e sua gestão acarreta em prejuízos, ele tem que ser substituído e é isto que está acontecendo no país.
Não se trata de golpe e sim de uma necessária mudança de administração!
Será que todos estavam satisfeitos com a política que estava sendo implementada?
E é desesperador saber que muitas pessoas contaminadas pelo tal vírus, estão torcendo para que esta mudança não dê certo. Estamos no mesmo barco, temos que torcer pelo nosso país e não pelas pessoas que estão no poder. Temos que enxergar estas pessoas como instrumentos para que o país cresça.
Nós brasileiros temos que nos unir cobrar resultados dos que estão governando e não nos matarmos em discussão em defesa daqueles que assumiram um compromisso com a nação e não cumpriram.
O Gigante tem que despertar para os seus direitos e deveres, temos que cobrar, fiscalizar, não só as ações dos nossos governantes, mas as nossas também.
Vamos nos medicar contra este vírus da separatividade e pensar no todo, no Brasil.
Este é um momento de União!
Vamos cobrar mais dos nossos políticos sem defendê-los, os que não cumprirem com dignidade suas funções, sabemos que juntos temos força para substituí-los!
Vamos crescer juntos e fazer desse país motivo de orgulho e não de vergonha!
Este é o país do futuro, mas a profecia só se cumprirá com a ideia do TODO, com a consciência de que somos todos iguais e filhos da mesma nação!






